Um dos objetivos do livro MANUAL DE PERÍCIAS

QUEM PODE SER PERITO – Para o contador atuar como perito judicial não é necessário prestar concurso público, realizar pós-graduação ou qualquer curso específico sobre perícias, nem estar vinculado a alguma instituição ou emprego oficial a não ser ao Conselho Regional de Contabilidade – CRC.

Em geral, podem ser peritos: os aposentados, os profissionais liberais, os recém formados, os funcionários públicos e os empregados de empresas em geral, desde que suas profissões sejam de curso superior, como: contadores, economistas, administradores, engenheiros, médicos, profissionais ligados ao meio ambiente, profissionais da área de informática, químicos, agrônomos, arquitetos, entre outros.

O MERCADO DO PERITO-CONTADOR – A perícia se torna um mercado atrativo aos que procuram segurança numa atividade profissional paralela em razão de suas principais características, entre as quais: a flexibilidade de horários para executar tarefas, os prazos relativamente largos de entrega do laudo e o cunho solitário da atividade, que não admite pressões sobre o trabalho do perito – características estas pouco encontradas em outros segmentos onde os contadores atuam. Embora o mercado possa ser rentável, é de pouco conhecimento dos contadores de como nele ingressar.

O PERITO-CONTADOR – O perito-contador é chamado pela Justiça para oferecer laudos técnicos em processos judiciais, nos quais podem estar envolvidos pessoas físicas, jurídicas e órgãos públicos. O laudo técnico escrito é assinado pessoalmente pelo perito e passa a ser uma das peças (prova) que compõem um processo judicial.

Os requisitos básicos necessários para o contador ser perito judicial são: honestidade e apresentação de um trabalho de boa qualidade. O serviço é remunerado e cabe adiantamento de honorários, quando solicitados na devida forma.

BIBLIOGRAFIA QUE ENSINE A SER PERITO – O competente trabalho do perito tem rotina pequena e de fácil assimilação para aqueles que não dispõem de experiência em perícias.

Por outro lado, procurando-se por bibliografia que instrua a respeito da rotina e da prática dos atos do perito, veremos que há uma determinada escassez. Maiores obstáculos são enfrentados para encontrar livros e cursos que particularizem como o interessado faz para penetrar nesse mercado de pouca divulgação.

O LIVRO MANUAL DE PERÍCIAS – O que é básico da perícia judicial, inclusive o que é carente na bibliografia, o livro Manual de Perícias ocupa largamente numa única obra comum a todas as categorias. Nela, o autor Rui Juliano transmite o conhecimento elementar, informando e prevendo as situações que o perito tem possibilidade de enfrentar, bem como detalhando as fases que se apresentam durante o encargo.

O livro Manual de Perícias tem 600 páginas, formato A4 (21 x 28 centímetros) e capa dura, sendo que 186 páginas são dedicados a Parte Prática, oferecendo modelos e formas de como cobrar honorários, modelos de laudos financeiros e trabalhistas fornecidos por profissional da área, orientação de procedimentos durante os trabalhos, e informando claramente toda a rotina forense em que se envolve o perito judicial. Ademais, a fim de facilitar o dia-a-dia daqueles que querem ingressar na atividade ou estão a recém começando-a, o livro apresenta roteiros simplificadíssimos sobre a rotina que proporcionam consultas rápidas.

A obra, lançada em março de 2005, pode ser adquirida no site www.manualdepericias.com.br e tem o caráter de possibilitar a abertura do mercado, de perícias na Justiça Estadual, Justiça Federal e Justiça do Trabalho, para aqueles que pouco ou nada conhecem sobre da atividade. Para aqueles que já trabalham como perito, a obra exibe novas formas de como tratar assuntos pertinentes. No computo geral, é uma peça sem igual no mercado devido ao caráter cristalino com que expõe o seu conteúdo à vista do leitor.

O POR QUÊ DE UM LIVRO COMUM A TODAS AS PROFISSÕES – O fato de que os trâmites burocráticos na perícia judicial são básicos a todas as profissões e que o dispêndio para editar um livro destinado a cada uma delas seria maior que a de um exclusivo volume que lhes fosse comum, provocou a redação do Manual de Perícias, então aplicável a qualquer segmento de curso superior.

SITUAÇÃO LEGAL E ATVIDADE DO PERITO-CONTADOR – O perito-contador envolve-se com perícias onde em grande parte o economista e o administrador igualmente têm atuado.

Os peritos-contadores foram os primeiros profissionais reunidos em grande contingente a se organizarem efetivamente na atividade de perícias. Certamente, o porquê está no vasto campo de trabalho que a Justiça Estadual, Justiça do Trabalho e Justiça Federal sempre ofereceram.

A atividade de perícias é tão antiga e presente aos contadores que, já o Decreto-Lei 9295, que regulamenta esta profissão, em norma editada no ano de 1946, no seu art. 25, alínea c, definia também a perícia como atribuição do contador.

Os exercícios típicos da perícia contábil são: quantificação, mensuração, identificação, avaliação, análise, apuração ou arbitramento dos haveres. Nada impede que os contadores façam perícias financeiras, trabalhistas e de cálculos em geral.

O perito-contador pode realizar perícias que versem sobre: cartão de ponto, recibo de pagamento, registro de empregados, convenção coletiva de trabalho, acordo coletivo de trabalho, descrição de cargos, plano de carreira, guias de recolhimento do FGTS, atestado médico, contratos de financiamento, empréstimo, cheque especial, aluguel, leasing e outros que caracterizem procedimentos administrativos.

Os tipos de perícias mais comuns são: revisão de cláusulas financeiras de contratos do Sistema Financeiro de Habitação; leasing, cheque especial, cartão de crédito e crédito bancário; em ações de cobrança, embargos e execuções judiciais; em ações da justiça trabalhista e cálculo de liquidação de sentença.

Para informações completas sobre o assunto perícias e de como acessar o mercado, LEIA O LIVRO MANUAL DE PERÍCIAS, disponível para aquisição neste site.