O Instituto Brasileiro de Produção Sustentável – IBPS está otimista quanto à energia eólica no País

O presidente do Instituto Brasileiro de Produção Sustentável e Direito Ambiental (IBPS)
e da Empresa Nacional de Tecnologias Limpas (ENTL), em 2003, Carlos Idilio Maio do
Nascimento, disse que o desenvolvimento no mundo deve contemplar os aspectos
econômico e ecológico, havendo necessidade que a matriz energética seja mais
compatível com o eco-sistema do planeta. “Hoje, 80% da matriz energética utilizada
no mundo é impactante, já que provem da queima de combustíveis fósseis, como o
petróleo e o carvão mineral, que não são renováveis e emitem gases responsáveis pelo
efeito estufa.
Ele salienta que o Brasil está entre os 10 países que apresentam melhor potencial
estrutural em biotecnologia. “No futuro, seremos responsáveis por um desempenho
referencial de matriz energética limpa e sustentável”, disse, lembrando do Programa
de Incentivo às Fontes de Alternativas de Energia, criado em 2001 e que para a sua
aplicação falta apenas a definição tarifária. Nascimento que no Rio Grande do Sul há
um verdadeiro dínamo pelo potencial eólico que proporciona. “O Estado tem vento,
incentivo fiscal e nosso potencial está mexendo com a indústria eólica mundial”, frisou,
baseado no fato de que grandes empresas estão querendo instalar parques eólicos na
região, estando apenas esperando a definição tributária e aprovação da área
ambiental.
De acordo com Nascimento, há empresas que querem se estabelecer no País
montando turbinas, preferencialmente nas zonas de potencial eólico e próximas a
portos marítimos. “Rio Grande tem tudo para trazer uma empresa desse tipo,
principalmente com o programa de incentivo fiscais do governo do Estado e o
pontencial de ventos existentes.

Valério Cabral
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