13.04.2015

Facilidades da atividade de perito judicial.


Leia ou assista o vídeo – 

Livro Manual de Perícias

SEJA PERITO JUDICIAL – adquira o livro Manual de Perícias

Estamos aqui em uma série de vídeos que promovem a honrosa função de perito da Justiça. Neste vídeo discorreremos sobre as facilidades que nos atrai a essa atividade.

O trabalho do perito judicial se resume em realizar um laudo que será uma das provas dentro do processo. O prazo de entrega do laudo é flexível. Praticamente, é o perito quem o determina; não tendo horário ou hora determinada para realizá-lo. O local de trabalho pode ser qualquer um, inclusive, a sua casa. Não é necessário concurso para ser perito judicial, tampouco realizar curso de pós-graduação, certificação ou qualquer outra exigência, além do nível superior na área em que ocorrer o laudo.

A perícia é interessante para o profissional liberal que deseja aumentar o leque de serviços que já presta em sua região. Também, a condição de ser um auxiliar da justiça incentiva a comunidade a procurá-lo para realizar trabalhos extrajudiciais, já que se trata de pessoa honrada.

Para o funcionário de empresa, o acréscimo de renda e a busca de uma maior segurança no futuro, podem ser os bons motivos para que o leve a carreira de perito, em paralelo. Da mesma forma, o empresário e o professor poderão complementar seus rendimentos.  Para o aposentado, essa também é uma chance de se manter nos negócios, realizando um trabalho agradável, sem chefes e que enobrece.

______________________________________________________ 

Como ser Perito Judicial – sem concurso
Adquira o livro Manual de Perícias ou realize o Curso Perícia Judicial Online

______________________________________________________

O recém-formado e aquele que não tem prática na profissão, não sofrem restrições nas nomeações. Aliás, o profissional não precisa ter qualquer experiência em perícia nas primeiras nomeações.

A facilidade de ingresso nessa atividade ainda é bem estranha para nós, em termos de Brasil, onde tudo depende de concurso, certificação e experiência. Na verdade, o que a Justiça deseja é apenas o nosso conhecimento adquirido na faculdade para então esclarecer as dúvidas técnico-científicas que o processo possui.