ABNT Acessos ao Site ==>27042263    Acesso a está página ==>1555789  
 Seja Perito Judicial  

  Sem concurso

  Podem ser:
    - profissionais liberais
    - aposentados
    - recém-formados
    - funcionários públicos
      ou de empresas

  Horários Flexíveis

 Necessário curso superior
  na área da perícia

5

 
Indique a
um amigo
Como ser
 Perito Judicial

 
Quem pode
ser perito?

 
Qual é o trabalho
do perito?

 
Perguntas e Respostas sobre
Perícias Judiciais

 
É fácil o domínio
da matéria?

 
11 Motivos para você
confiar na compra
Próximas Edições do Curso
Perícia Judicial Ambiental
CLIQUE nos links abaixo
Próximas Edições do Curso
  Perícias Judiciais
CLIQUE nos links abaixo
 Campinas - Dez / 2011  Guarulhos - Mar / 2012  Cuiabá - Jul / 2012  Campo Grande - Jul / 2012  Manaus - Out / 2012  Santos - Mar / 2013  Osasco - SP - Jul / 2013  Belém - Ago / 2013

  Energia Eólica

A alternativa "limpa" para o futuro


A energia dos ventos é uma abundante fonte renovável, limpa e disponível em todos os lugares. Ela têm sido empregada desde a Antiguidade para mover os navios à vela e moinhos. Ultimamente, após mais de um século de consumo fácil, quase nos tínhamos esquecido dela. Hoje com o fim da abundância do petróleo e carvão, volta-se a falar nessa forma de energia, só que de uma maneira diferente - voltada à eletricidade.
Porém, a utilização desta fonte energética para a geração de eletricidade, em escala comercial, teve início há pouco mais de 30 anos e através de conhecimentos da indústria aeronáutica, os equipamentos para geração eólica evoluíram rapidamente em termos de idéias e conceitos preliminares para produtos de alta tecnologia. No início da década de 70, com a crise mundial do petróleo, houve um grande interesse de países europeus e dos Estados Unidos em desenvolver equipamentos para produção de eletricidade que ajudassem a diminuir a dependência do petróleo e carvão. Mais de 50.000 novos empregos foram criados e uma sólida indústria de componentes e equipamentos foi desenvolvida. Atualmente, a indústria de turbinas eólicas vem acumulando crescimentos anuais acima de 30% e movimentando cerca de 2 bilhões de dólares em vendas por ano (1999).
Existem, atualmente, mais de 30.000 turbinas eólicas de grande porte em operação no mundo, com capacidade instalada da ordem de 13.500 MW. No âmbito do Comitê Internacional de Mudanças Climáticas, está sendo projetada a instalação de 30.000 MW, por volta do ano 2030, podendo tal projeção ser estendida em função da perspectiva de venda dos "Certificados de Carbono". Na Dinamarca, a contribuição da energia eólica é de 12% da energia elétrica total produzida; no norte da Alemanha (região de Schleswig Holstein) a contribuição eólica já passou de 16%; e a União Européia tem como meta gerar 10% de toda eletricidade a partir do vento até 2030.
Dentro dessa alternativa segura e inesgotável, limpa sem qualquer resíduo de produção industrial, como é o caso do petróleo, a energia eólica desponta como a solução imediata, eficaz e segura para os problemas que as sociedades ao redor do globo enfrentam quando o assunto é fornecimento de energia. Além das facilidades de geração desta energia, temos nela a solução no plano econômico, e a certeza de uma indústria que está cada vez mais se solidificando, a cada ano e estendendo-se ao redor do mundo. Isso inclui o Brasil, que possui vários projetos, muitos já concretizados no setor. Poderemos observar que dentro desta sociedade high-tech em que vivemos, a energia eólica - forma primitiva de geração de força, já utilizada por nossos antepassados – destaca-se como a alternativa rápida, segura, barata para o abastecimento energético mundial, e o que é melhor em tempos de crise, sem risco de apagão.


O surgimento

Moinho português ainda em funcionamento

Não sabe-se ao certo o surgimento efetivo dos propulsores eólicos, porém Pérsia, Egipto e China são algumas das regiões onde os dispositivos de conversão de energia - provávelmente máquinas de arrasto e de eixo vertical - foram primeiramente utilizados. Deveriam prioritariamente serem utilizados na movimentação de água para a irrigação dos campos de cultivo. Segundo fontes históricas, o modelo mais antigo de que sem têm notícia é o sistema de eixo vertical desenvolvido na Pérsia no período entre os anos 500 e 900 da Era Cristã. O seu principal uso era bombear água, mas o método exato de transporte de água não é conhecido, visto não existirem desenhos ou modelos. Isso somente chegou até nós por meio de relatos passados de geração em geração.
É de origem persa o primeiro modelo documentado, com velas verticais feitas de canas ou madeira, ligadas à estrutura vertical que girava em torno de um eixo horizontal. Posteriormente, uma versão mais moderna deste projeto surgiu na América do século XIX. Poderia servir com uma secadora de roupas. Mas sabemos que a moagem de cereais é a primeira aplicação documentada de um moinho de vento, com a mó presa no eixo vertical. Todo o mecanismo se encontrava dentro de uma estrutura que continha uma parede ou um escudo para bloquear o vento que poderia retardar o movimento do lado do rotor que avançava contra o vento. Moinhos de eixo vertical também foram usados na China, porém existe a crença de que no Oriente eles existam há mais de 2 mil anos. Uma das aplicações de maior sucesso e eficácia da energia eólica é o extensivo uso de moinhos para bombear água na ilha de Creta, na Grécia. Lá centenas de moinhos de velas bombeiam a água para as plantações e para os animais.
Durante os séculos seguintes a “tecnologia” foi sendo aprimorada. Assim foi com os moinhos, que serviram como dispositivos importantes na moagem de cereais, extração de óleos e, sobretudo na Holanda, para a drenagem e elevação de água. Depois vieram as velas, que demandaram um processo de aperfeiçoamento para a melhorar sua eficiência, em cerca de 500 anos. Devemos reconhecer que atualmente todos e quaisquer avanços realizados nesse meio milênio, tiveram uma grande contribuição para o desenho das actuais turbinas modernas. E assim foram por centenas de anos, onde a aplicação mais importante dos moinhos de vento foi o bombeio mecânico de água, para o qual se usavam sistemas relativamente pequenos com um rotor de poucos metros de diâmetro.
Esses sistemas foram aprimorados em 1854 nos Estados Unidos por Halladay e prolongou-se até aos nossos dias por várias companhias. Os primeiros moinhos possuíam quatro pás de madeira. Este tipo de moinho tinha a particularidade de controlar a velocidade de rotação, através de um mecanismo que virava as pás do mesmo modo que um guarda-chuva se vira impulsionado por ventos de grande velocidade. A aplicação de pás de aço veio em 1870. Entre 1850 e 1970, foram instalados nos EUA mais de um milhão de pequenos moinhos. O uso primário destes moinhos era o bombeio de água para os campos, para os animais e para o uso doméstico da América rural. No final do século XIX, mas precisamente em Cleveland, em 1888, o modelo do moinho americano foi usado por Charles Brush para a produção de eletricidade.

Valério Cabral
redacao@jornalagora.com.br
Tela Inicial      Tela Anterior
 
Serviços
Profissionais
Diversos
Conectar
Cursos agendados
Curso Perícia Judicial Ambiental
Curso Perícia Judicial Online
Curso Perícias Judiciais
Cursos presenciais sobre perícias
Curso Avaliação de Impacto na Perícia Ambiental

Primeiros Cursos Realizados
Recife - Out / 2003
Ribeirão Preto - Set / 2003
Manaus - Set / 2003
Curitiba - Ago/ 2003
Goiania - Jul / 2003
São Paulo - Mai / 2003
Florianópolis - Nov / 2002
Braslia - Out / 2002
Fortaleza - Set / 2002
Rio - Mai / 2002
Salvador - Nov / 2001
São Paulo - Out / 2001
Curitiba - Set / 2001

Como ser Perito Judicial
Quem pode ser?
Qual é o trabalho?
Como é o Manual?
O que é o Manual?
É fácil o domínio da matéria?
A perícia e os advogados
Quem somos
Preenchimento do Pedido
Conteúdo do Manual
Perito em meio ambiente

Livro Manual de Perícias
Dados e Comentários

Estimativa de Honorários
Estimativa - R.Juliano

Cadastro Nacional de Peritos
Lista de Profissionais
Solicitação de Cadastro

Softwares
Cálculo Trabalhista
Atualização Monetária e Juros
Clientes de Softwares
Formulário de Pedido
Advogados
Assuntos de Interesse

Perito Engenheiro
Ferramentas
Mercado e Empregos
Definições
Tabelas de Honorários
Associações de Peritos
Laboratórios
Livros
Links
Assuntos de Interesse

Perito Administrador
Ferramentas
Assuntos de Interesse

Perito Contador
Ferramentas
Assuntos de Interesse

Perito Economista
Ferramentas
Assuntos de Interesse

Perito em Informática
Ferramentas
Assuntos de Interesse

Perito em Meio Ambiente
Ferramentas

Perito Médico
Ferramentas
Assuntos de Interesse

Profissões e Perícias
Cuidado com curso de perito judicial pirata
Geral
Assuntos de Interesse
Avaliações de Imóveis
O Engenheiro Avaliador
Planta Genérica
Ferramentas

Segurança do Trabalho
Assuntos de interesse
Inspeção de Caldeiras
Cargas Perigosas
Fornececedores

Prevenção de Incêndios
Ferramentas

O Perito e a Empresa
Eng. Rui Juliano - o perito
R.Juliano Perícias e Avaliações

Perguntas e Respostas(FAQ)
Rápidas
Correio

Árbitros e Mediadores
Assuntos de Interesse

Qualificação de Construtoras
Ferramentas

Regulação de Sinistros
O Regulador de Sinistros
Mercado e Empregos
Assuntos de Interesse

Fale Conosco
Canal Aberto

Boletins Periódicos
Inscrições
Rui Juliano no Flickr     Rui Juliano no Facebook

Siga Rui Juliano no Twitter     Rui Juliano no Linkedin

Veja os slides no Slideshare

 
Assuntos de perícias, avaliações de imóveis e referentes a este site: Eng:. Rui Juliano
Fone/Fax: 53 3231 3622 - Fale Conosco
Rua Zalony 160, Conj 1003, Rio Grande - RS, Brasil - 96200-070
MANUAL DE PERÍCIAS - Site de perícias e consultoria técnica do Brasil
© Copyright 1997-2002-2009 - Rui Juliano - Todos os direitos reservados